AS DUAS FREIRAS (MATEMÁTICA E LÓGICA) Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos. Uma é conhecida como Irmã Matemática (M) e a outra é conhecida como Irmã Lógica (L):
M - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento!
L - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?
M - Sim, o que será que ele quer?
L - É lógico! Ele quer nos estuprar.
M - Oh não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar em no máximo 15 minutos. O que vamos fazer?
L - A única coisa lógica a fazer é andarmos mais rápido!
M - Não está funcionando.
L - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele também começou andar mais rápido.
M - E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!
L - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar! Você vai para aquele lado que eu vou para este lado.Ele não poderá seguir nós duas.
Então o homem decidiu seguir a Irmã Lógica.
A Irmã Matemática chegou ao convento preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Lógica.Passou um bom tempo e eis que a Irmã Lógica chega.
M - Irmã Lógica!! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!!
L - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir nós duas então ele optou por me seguir. M - Então, o que aconteceu?
L - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia também…
M - E?
L - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.
M – Oh, meu Deus! O que você fez? L - Eu fiz o lógico, levantei meu hábito.
M - Oh, Irmã!!!! E o que o homem fez?
L - Ele também fez o lógico e abaixou as calças.
M - Oh, não!!!!! O que aconteceu depois?
L - Não é óbvio, Irmã? Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas!!!!!
SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA, PEÇA A DEUS PARA TIRAR TODOS ESSES MAUS PENSAMENTOS DA SUA MENTE.
Encontrei esse texto no Blog do Professor Wilson!!! http://matematicadowilson.blogspot.com.br/2011/04/pra-quebrar-o-gelo-texto-engracado.html
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
As mídias na Educação
Estamos deslumbrados com o computador e a Internet na escola e vamos deixando de lado a televisão e o vídeo, como se já estivessem ultrapassados, não fossem mais tão importantes ou como se já dominássemos suas linguagens e sua utilização na educação.
A televisão, o cinema e o vídeo, CD ou DVD - os meios de comunicação audiovisuais - desempenham, indiretamente, um papel educacional relevante. Passam-nos continuamente informações, interpretadas; mostram-nos modelos de comportamento, ensinam-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros.
A criança também é educada pela mídia, principalmente pela televisão. Aprende a informar-se, a conhecer - os outros, o mundo, a si mesmo - a sentir, a fantasiar, a relaxar, vendo, ouvindo, "tocando" as pessoas na tela, que lhe mostram como viver, ser feliz e infeliz, amar e odiar. A relação com a mídia eletrônica é prazerosa - ninguém obriga - é feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa - aprendemos vendo as estórias dos outros e as estórias que os outros nos contam.
A informação e a forma de ver o mundo predominantes no Brasil provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza o universo sensorial, afetivo e ético que crianças e jovens – e grande parte dos adultos - levam a para sala de aula. Como a TV o faz de forma mais despretensiosa e sedutora, é muito mais difícil para o educador contrapor uma visão mais crítica, um universo mais mais abstrato, complexo e na contra-mão da maioria como a escola se propõe a fazer. [...]
Precisamos, em conseqüência, estabelecer pontes efetivas entre educadores e meios de comunicação. Educar os educadores para que, junto com os seus alunos, compreendam melhor o fascinante processo de troca, de informação-ocultamento-sedução, os códigos polivalentes e suas mensagens. Educar para compreender melhor seu significado dentro da nossa sociedade, para ajudar na sua democratização, onde cada pessoa possa exercer integralmente a sua cidadania.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo
"Outro saber de que não posso duvidar um momento sequer na minha prática educativo-crítica é o de que, como experiência especificamente humana, a educação é uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e/ou aprendidos implica tanto o esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento. Dialética e contraditória, não poderia ser a educação só uma ou só a outra dessas coisas. Nem apenas reprodutora nem apenas desmascaradora da ideologia dominante.
Neutra, indiferente a qualquer destas hipóteses, a da reprodução da ideologia dominante ou de sua contestação, a educação jamais foi, é, ou pode ser. È um erro decretá-la como tarefa apenas reprodutora da ideologia dominante como erro é tomá-la como uma força de desocultação da realidade, a atuar livremente, sem obstáculos e duras dificuldades. Erros que implicam diretamente visões defeituosas da História e da consciência."
Paulo Freire
Pedagogia da Autonomia, 1996
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